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Sexta-feira, 30 de Setembro de 2005
Ai, que preguiça...
sloth.jpg


... Não aguento mais manter-me assim. Além das tonturas, dá um cansaço nos braços e nas pernas... Tinha uma vantagem - ilusória, mas tinha - que era ver o mundo de pernas para o ar, mas, agora, que ele está todo virado, já nem essa vantagem tem.
Assim sendo, é melhor deixar-me “cair no mundo” e, de pé, tentar enfrentá-lo, mantendo a verticalidade, apesar de todos os pesares. Não é fácil. Aliás, está cada vez mais difícil, daí eu compreender o malabarismo de certa gente. Reparem que digo compreender, o que não significa aceitar.

Entretanto, aproveito para agradecer as visitas que me fizeram. Por aqui, mesmo sem qualquer novidade, foi passando o “
OrdisiRaluz” (Ordisi, obrigada pelas visitas, aqui, e pela “novela”, lá. Tenho seguido todos os capítulos. Para quem não vê TV, é obra, reconheça.), o “jrd” (jrd, vi que também fez um intervalo no seu blogue. Aguardo o regresso. Certo?...), a “Estrelinha da Sorte” (Espero que em casa de ferreiro não haja espeto de pau.), a “Pilantra”/“samartaime” (Tudo bem, por aí?... Assim espero.), a “moriana” (Como vão os rendilhados de palavras em que és “mestra”?...), a “inquieta” (E o “balaio” voltou. Desejo que assim continue.), o “Cláudio Rúbio” (Agradeço o link. Já procedi à actualização.), o “Pindérico” (Sem querer dar “palpites”, vamos ver se, desta vez, vim para continuar...), o “Casepagam” (Verdade! As férias foram boas e nem me pergunto se as merecia, não vá chegar a alguma triste conclusão...), o “Luís Sequeira” (Eu também repetindo o caminho, mas... ai, que preguiça...), o “mfc” (Tentando voltar a este ponto de encontro, mas sem promessas... E aproveito para felicitar-te pelo destaque que ganhaste no DN.).

Mesmo sem vir aqui, continuei a fazer as minhas visitas. Assim, vi que o “
LA-C” terminou o doutoramento nos EUA e já regressou a Portugal, e que o Cristóvão de Aguiar continua a servir-nos belos textos. No Bloguítica, do Paulo Gorjão, vi que o “JAB”  regressou, o que é óptimo. Também vi, há já um tempo, e não gostei de que o “Professorices” tivesse sido tomado de assalto, pelo que já o redireccionei para a página pessoal do verdadeiro criador dele, o “JVC”,  e tomo a liberdade de sugerir a quem o tenha na sua lista de “links” que faça o mesmo (basta copiar o que está associado, ali em cima). Mantenho o nome - Professorices - na lista de “links”, embora com a URL duplicada com o “JVC – Reformar a Educação Superior”, pela lembrança agradável que guardo dos momentos de leitura e escrita que me proporcionou.

Agora, um desabafo. Durante o meu ataque de preguicite e antes de ter saído para férias, portanto, fazendo as contas, lá por meados de Agosto, p.p., andou pela blogosfera uma discussão estéril pela sua falta de razão de ser, quando generalizada. Tratou-se da questão do anonimato nos blogues, como é o caso deste.
Mesmo atrasada, vamos lá: Se eu assinasse como Margarida Monteiro (meu nome oficial), achando que, assim, deixaria de ser anónima, seria meia-verdade. A outra metade ficaria por conta do desconhecimento geral de quem seja a pessoa que tal nome identifica, já para não dizer que tenho algumas homónimas. Mas, voltando a mim, quem é que me conhece?... Escrever o meu nome adianta alguma coisa?... Fora familiares, amigos, ex-colegas e pessoas com quem falo no dia-a-dia, a quem mais o meu nome diz alguma coisa?... Só por convencimento de uma notoriedade que não tenho é que eu poderia considerar ser mais anónima como DespenteadaMental do que como Margarida Monteiro. Além do mais, não tenciono usar o “nome artístico” para escrever algo que não assumiria sob o verdadeiro nome. Não costumo meter-me em situações para que não tenha “vísceras”, pelo que não teve a ver com qualquer motivação canalha a escolha da alcunha, mas, tão-só, com o nome do blogue. E, certamente, terá sido este, ou parecido, o caso das outras pessoas que também usam uma alcunha (nick), em vez do nome próprio. Acresce ainda dizer que, em tudo o que li na altura, não encontrei, sequer, uma referência a qualquer atitude incorrecta cometida por qualquer anónimo dos blogues envolvidos na troca de argumentos. Também não li qual ou quais o(s) anónimo(s) que tanto incomodava(m) os assumidos, embora se percebesse que o “recado” levava destinatário(s). Quem?... Não sei nem me interessa, uma vez que não lhe(s) foi apontada qualquer canalhice. E, quando isto acontecer, a entidade que aloja o blogue em que a canalhice for cometida tem forma de identificar o autor. Até lá, acalme-se a fúria inquisidora.
Por agora, carrego na crítica à generalização com que a questão do anonimato foi tratada, embora, cá “de mim para comim”, considere que a motivação de quem zurziu os “anónimos” se tenha parecido mais com o uso que os caçadores fazem do furão, talvez por estarem convencidos de que alguém (seu) conhecido estaria a “esconder-se”. Seria mais linear e transparente, senhores da transparência, terem perguntado, directa e privadamente, a quem supõem estar a “esconder-se”, se a vossa suposição teria algum fundo de verdade, e mesmo assim, se tal se confirmasse, nada vos daria o direito a tanto ralhete. Mas preferiram o subterfúgio do ataque generalizado, esperando que o “furão” fizesse o resto. O método usado pode ser tão mau quanto o anonimato, quando mal intencionado, excepto, pelo que vejo, para os “subterfugas”.
Eu, Margarida Monteiro, mais conhecida por DespenteadaMental, espero que dessa vossa tocaia tenha saído o que fizeram por merecer. Ou seja, espero que o “furão” vos tenha saído ao lado.

E tenho dito!
Amanhã, direi mais, penso eu, agora...



(imagem: “Sloth” -
Utah’s Hogle Zoo)

publicado por DespenteadaMental às 21:59
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