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Quarta-feira, 27 de Abril de 2005
A inveja
Envy wheel_T Lange_Art com.jpg


É mó que não pára nem se cansa
de moer em vão e numa andança
em que apenas se corrói,
porque em si mói.
No afã de tanto remoer,
roda louca até se desfazer
em pó
de ruim mó,
com que tenta cobrir aquilo que anseia,
se, além da vileza, o mais escasseia.




(imagem: “Envy wheel” – T. Lange – art.com)

publicado por DespenteadaMental às 22:47
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9 comentários:
De ale a 12 de Janeiro de 2006 às 19:35
Que cuadro mas chulo, me gusta mucho. Saludos.
De DespenteadaMental a 28 de Abril de 2005 às 18:33
Jorge Morais, Não falei de moleiros de facto, mas de forma. Normalmente, os primeiros apresentam-se empoeirados de branco; os segundos, de brancura, nada têm e encardem tudo aquilo em que tocam ;)
Abraço.
De DespenteadaMental a 28 de Abril de 2005 às 18:29
JVC, Plenamente de acordo - tem uma musicalidade mais acentuada.
Abraço.
De DespenteadaMental a 28 de Abril de 2005 às 18:26
L. Aguiar-Conraria, É uma espécie de "homenagem-coice" a um certo tipo de criaturas que, há uns dias atrás, no ABNOXIO, tentavam mordiscar o nosso companheiro Ademar.
Abraço.
De DespenteadaMental a 28 de Abril de 2005 às 18:20
JRD,
Limito-me a desejar-lhes que fechem o "círculo", se de mais nada forem capazes.
Abraço.
De Jorge Morais a 28 de Abril de 2005 às 16:03
Tive um avô moleiro, mas não moía invejas, até porque não era muito dado a esse tipo de sentimentos ;-)
De JVC a 28 de Abril de 2005 às 12:37
Continuo a gostar muito da boa poesia com rima! Questão de musicalidade.
De L. Aguiar-Conraria a 28 de Abril de 2005 às 04:43
Boa!
De JRD a 28 de Abril de 2005 às 00:34
Resta-lhes o destino do escorpião quando acossado.
Abraço

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