.posts recentes

. A quem me tem acompanhado...

. A “Praça da Canção”

. “Cântico azul-marinho e v...

. Espiral mental

. Dos rios e dos homens

. Haja coragem!

. Ainda falta muito para ac...

. Má sorte

. Vincent da Rocha Dioh - 1...

. Canção de Amigo para “ami...

.arquivos

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Agosto 2005

. Maio 2005

. Abril 2005

. Março 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

. Dezembro 2004

. Novembro 2004

. Outubro 2004

. Setembro 2004

. Agosto 2004

. Julho 2004

. Junho 2004

. Maio 2004

. Março 2004

Sexta-feira, 2 de Julho de 2004
Adeus, Sophia de Mello Breyner Andresen
A HORA DA PARTIDA
</p>

A hora da partida soa quando
Escurecem o jardim e o vento passa,
Estala o chão e as portas batem, quando
A noite cada nó em si deslaça.
A hora da partida soa quando
As árvores parecem inspiradas
Como se tudo nelas germinasse.

Soa quando no fundo dos espelhos
Me é estranha e longínqua a minha face
E de mim se desprende a minha vida.



Poema de Sophia de Mello Breyner Andresen, Poeta portuguesa, que nasceu na cidade do Porto, em 6 de Novembro de 1919, e faleceu, hoje, 2 de Julho de 2004, em Lisboa.

Obrigada, Sophia, por todas as palavras - as escritas e as sugeridas.


publicado por DespenteadaMental às 22:29
link do post | comentar | favorito
|
.mais sobre mim
.pesquisar
 
.Dezembro 2005
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
25
26
27
28
29
30
31
.Fazer olhinhos
blogs SAPO
.subscrever feeds