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Domingo, 23 de Janeiro de 2005
Como sempre...
planicie alentejana_physics rockefeller edu.jpg

... diz o povo, mas, pelos vistos, por dizer, que “só nos lembramos de Sta. Bárbara, quando faz trovões”.

O pior é que também só nos lembramos das obrigações do Estado, quando se faz sentir o resultado negativo da sua não concretização. Depois, o que resta aos agricultores e criadores de gado é pedir ajuda que, quando vem, alivia, e mal, o problema, pelo que, de problema em problema, se vai gastando o dinheiro na resolução atamancada de situações pontuais, em vez de, planificada e organizadamente, se ir encontrando a solução que se impõe e que nos livraria, a todos, destes dós de alma.


(imagem: “Planície alentejana” - physics.rockefeller.edu)

publicado por DespenteadaMental às 21:10
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6 comentários:
De DespenteadaMental a 24 de Janeiro de 2005 às 23:43
'tounalua', tanto parecer, tanto consultor, mas devem pensar que os borregos já nascem esfolados e pendurados no talho e que o pão brota, que nem pipocas, no McDonald's. 'Tadinhos, nem devem conhecer o cheiro da terra molhada pela chuva.
De DespenteadaMental a 24 de Janeiro de 2005 às 23:38
Pois é, 'Pilantra', daí a necessidade urgente de investir no aumento das reservas de água, já para não falar no respeito pela Natureza, que é cada vez menos.
De tounalua a 24 de Janeiro de 2005 às 18:25
Este nosso Alentejo, sempre a dar-nos tanta beleza, a antecipar tanta fecundidade e sempre tão maltratado...
De Pilantra a 23 de Janeiro de 2005 às 23:37
Toda a água que se deita na terra seca, esgota depressa. Que fará quando nem a necessária se deita!
De DespenteadaMental a 23 de Janeiro de 2005 às 23:31
'Pilantra', realmente, é doloroso, mas é uma realidade que temos de enfrentar. Outra realidade é o facto de as pessoas se ficarem pela recepção das ajudas, quando as recebem, e não cuidarem de exigir, persistentemente, que sejam tomadas medidas no sentido de se evitar a repetição destas situações, ou seja, no sentido de haver prevenção, quer com reservas de água, quer com reserva de alimento para os animais. Continuamos a poupar, confiando na sorte e esquecendo que, quando ela falha, o azar sai muito caro.
De Pilantra a 23 de Janeiro de 2005 às 23:02
E ainda vem o frio para aconchego de bichos sem água e com fome. E o transtorno dos homens.
Raramente falo no Alentejo. Já não sei como falar no Alentejo.

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