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Domingo, 2 de Janeiro de 2005
Dor de crescimento
Valley Light_Douglas Chun_Art com.jpg


De ver-te, assim, lavado e transparente,
tenho saudade, Mundo, muita saudade,
mas diz-me o senso que, na realidade,
a saudade é de mim, de quando era inocente.</p>

De quando te olhava de forma inconsciente,
porque ignorante de que a humanidade
trazia, em si, além do riso e da bondade,
o lado sombrio que lhe é tão inerente.

Dizer que recuso o que, hoje, sei e dói
ou que preferia continuar a ver-te
com os olhos desfocados da inocência,

não digo, porque a alma se constrói
com alegria e dor, mas vou dizer-te
que chego a desejar perder a consciência.



(imagem: “Valley light” - Douglas Chun – www.art.com)

publicado por DespenteadaMental às 23:02
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2 comentários:
De DespenteadaMental a 6 de Janeiro de 2005 às 18:06
Certamente, Tristão, porque a sua alma guarda uma sensação que se reviu nas minhas palavras. Apenas me expressei primeiro.
Abraço.
De Trist a 6 de Janeiro de 2005 às 14:13
Poema que me falou à alma de modo bem particular.
Abraço. Tristão

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