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Sexta-feira, 18 de Março de 2005
O uso do desconhecido
Starry night_Vincent Van Gogh_prints4all com.jpg

Quando, para mim, o fim do dia
era uma cúpula que se fechava e escurecia,
condenando, firmemente, o sol aos bastidores,
e as estrelas não eram corpos, mas recortes
nessa cúpula em tons de azul e negro, fortes,
por onde o sol emitia os seus esplendores,
nem imaginava que era imaginação
o que usava na busca da razão.



(imagem: “Starry night” - Vincent Van Gogh - prints4all.com)

publicado por DespenteadaMental às 22:37
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4 comentários:
De DespenteadaMental a 21 de Março de 2005 às 20:34
JRD,
Já livre da mudez 'netcábica' que ontem me atacou, cá estou a agradecer a visita. Vou deixar, no seu 'blog', um endereço em que pode ouvir essa canção, ilustrada por quadros de Van Gogh.
Abraço.
De JRD a 19 de Março de 2005 às 14:37
De DespenteadaMental a 19 de Março de 2005 às 00:06
'Pilantra', Veio a propósito - lembrei-me das minhas cogitações de infância, em que a ignorância levava a pensar coisas mirabolantes ;)
Abraço.
De Pilantra a 18 de Março de 2005 às 23:20
Os seus poemas dizem-me sempre muito e hoje, com a noite estrelada, ainda mais. Tudo lhe é pretexto para criar! Abraço!

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