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Sábado, 2 de Outubro de 2004
Paralelos
salgueiro.jpg


Vai um tronco à deriva na corrrente.
Resto de árvore hirta, silenciosa,
que, a um vento forte ou a mão criminosa,
não resistiu e caiu, tal como gente.</p>

Qualquer entulho, sendo proeminente,
marca-lhe o curso na água alterosa.
Da árvore, antes firme, mas airosa,
resta um náufrago perdido e indigente.

É assim, sejam árvores ou pessoas.
Não basta que sejam rectas, sejam boas,
para enfrentar o vento ou o criminoso.

Quanto melhores são, maior é a cobiça
despertada na mente que se encarniça
em atirá-las p’ra terreno pantanoso.




(imagem: “Salgueiro” em http://www.galeon.com/)

publicado por DespenteadaMental às 22:56
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2 comentários:
De DespenteadaMental a 4 de Outubro de 2004 às 12:41
Olá, 'inquieta'! E não é verdade?... Infelizmente, é! E o pior é quando é feito com palavras e modos tão doces que a 'vítima' nem precisa de ser empurrada e, menos ainda, atirada - desliza sem quase se dar conta. Beijo e cuide-se... rs
De inquieta a 4 de Outubro de 2004 às 07:22
rs....gostei dessa coisa de se empurrar pro terreno pantanoso....

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