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Quinta-feira, 7 de Abril de 2005
Pintura - uma janela para a vida
Vincent Dioh_11 Expo.gif

Vincent da Rocha Dioh, o menino pintor que referi, neste ‘blog’, em 10 de Junho e 8 de Julho do ano passado, vai realizar a sua 11.ª Exposição Individual de Pintura.

A localização, as datas e os horários são:


CLÍNICA DE SAÚDE INTEGRAL
Rua da Constituição, 1959 | Sala A | PORTO
Tel 228 328 047 | Fax 228 328 049

Inauguração dia 16 de ABRIL às 16h
De 16 de ABRIL a 30 de JUNHO de 2005
De Seg a Sex das 9h às 19h | Sáb das 9h às 13h


Do convite que, gentilmente, me foi enviado, permito-me transcrever:


“Breve apresentação da exposição de pintura “O Brinquedo Maravilhoso” de Vincent da Rocha Dioh

Abril de 2004
Zélia Rocha

A décima primeira exposição individual de pintura do Vincent, intitulada “O Brinquedo Maravilhoso”, é dedicada à Natureza e ao planeta Terra. Este, já foi o tema da sua sétima exposição “À Descoberta de um Mundo”, mas surge agora mais aprofundado e com facetas inexistentes na mostra anterior.
A presente exposição reúne obras a acrílico datadas de Abril a Agosto de 2004 e é constituída, na sua quase totalidade, de trabalhos sobre telas, e não sobre cartolinas, como ocorreu em todas as exposições precedentes. Este aspecto técnico é um marco na pintura do Vincent, que a partir de Julho de 2004 se exprime essencialmente sobre tela.
Esta mostra apresenta-se dividida nas seguintes séries: “Flores da Natureza”, “Mares”, “Reino Vegetal”, “Fúria da Natureza”, “Agonia da Natureza”, “Reconstrução do Planeta” e “A Nova Terra” e pretende contar a história do nosso planeta e do seu mundo natural.
Começa-se por recordar o esplendor e a vivacidade da Natureza de outrora em obras plenas de cor, vida e exuberância, tão características da pintura do Vincent. Surgem assim os trabalhos: “Flores”, “Deus Marinho”, “Floresta Amazónica” e “Fogo Purificador”, entre outros. Seguidamente, retrata-se o modo como o meio ambiente se foi degradando pela acção dominadora do Homem. As cores vivas dos quadros vão-se apagando tornando-se cada vez mais ténues e escuras, criando composições como: “Flor Nocturna”, “O Sacrifício das Árvores”, “Cinzas” e “Mar Morto”.
A falta de resposta da humanidade à crise ambiental em que o planeta se encontra, nomeadamente a continua emissão para a atmosfera de gazes com efeito de estufa e o consequente aumento da temperatura global do planeta, vai provocar, cedo ao tarde, o desequilíbrio extremo da Natureza traduzido por todo o tipo de catástrofes e epidemias. Assim surgem as obras: “Tornado de Sangue”, “Tempestade de Areia”, “Chuva Torrencial”, “Seca Extrema”, “Tsunami”, “Subida das Águas” e “Arca de Noé”.
O Homem continua preso na inércia dos seus hábitos, querendo manter um modo de vida que conduzirá a Terra, e por consequência, a si próprio, à morte. A recusa do controle da natalidade, a concentração demográfica em grandes metrópoles, o atraso no desenvolvimento de energias renováveis e não poluentes e na reciclagem rigorosa do lixo são exemplos de atitudes que á muito deveriam ter sido alteradas. A série “Agonia da Natureza” retrata o que se passará quando o ponto de não retorno for atingido. Contém quadros chocantes, intitulados: “O Dia Seguinte”, “Homem Moribundo”, “A Crucificação da Terra”, “A Crucificação do Homem” e “O Fim Deste Mundo”.
Felizmente que a história não acaba assim, seguindo-se a “Renovação do Planeta”, onde as tintas negras da série anterior são progressivamente drenadas nos quadros: “Reciclagem dos Escombros I e II”, “Reconstrução” e “Regeneração da Natureza”.
Por último, esta exposição termina com uma nota de esperança e alegria. Depois das difíceis dores do parto, nasce “A Nova Terra”, na qual as cores vivas e luminosas do Vincent voltam a estar patentes em obras plenas de esplendor, como: “Ressurreição” e “O Brinquedo Reconstruído”.
Possa esta exposição contribuir para uma maior tomada de consciência da situação actual do nosso planeta e do futuro próximo que se avizinha, de modo a que sejam cada vez mais numerosos aqueles que participem da fundação do novo mundo.”




Para mais informação sobre a vida e obra do Vincent, basta “passear” por
aqui.


(imagem: reprodução parcial do convite)

publicado por DespenteadaMental às 21:40
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3 comentários:
De Jorge Morais a 10 de Abril de 2005 às 17:45
Já vi o site dele, não tenho palavras... já disseste tudo...
De DespenteadaMental a 8 de Abril de 2005 às 22:28
JRD, E de que maneira! No caso do Vincent, é imensa e essencial. Que nunca a vontade lhe falte!
Abraço.
De JRD a 8 de Abril de 2005 às 18:26
Uma janela ESCANCARADA para a vida e aberta de par em par para o mundo.
Abraço

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