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Segunda-feira, 5 de Julho de 2004
"Portugal 2004"
bandeira.jpg


Só agora, após a final que perdemos frente à Grécia, dedico algumas palavras ao Euro 2004, embora o tenha vivido como nunca vivi qualquer evento futebolístico.
Continuo a não perceber nada de futebol e a não ser fã de futebol, mas, agora, reforcei a certeza de que continuamos a ser um Povo capaz de grande generosidade, de grande empenho e da capacidade de criar/organizar/concretizar aquilo a que nos dispomos, quando nos deixam.
Só nos falta uma classe de governantes, gestores e empresários com competência para aquilo a que se propõem.
São para eles as palavras que se seguem:
- Está na altura de deixarem de queixar-se do Povo e de atribuirem aos governados os resultados do desgoverno, da má gestão, da incompetência e falta de visão.
- Se não sabem como reverter toda essa tendência para o malfazer, demitam-se ou tratem de reciclar-se, antes que a desmotivação que incutem em todos nós se torne endémica.
- Se não sabem como regenerar-se, contratem o Scolari e, pelo menos, aprendam a lidar com pessoas e a gerir todo o potencial humano que Portugal provou ter, para nossa alegria e vosso descrédito.</p>

Concluindo - Não somos um Povo subdesenvolvido. Somos, isso sim, um Povo muito mal dirigido.
Basta um exemplo, sem precisar de sair da área desportiva:
- Os nossos atletas para-olímpicos regressam dos campeonatos com medalhas, que conseguem com o seu esforço e força de vontade. No entanto, os apoios governamentais são irrisórios e, mesmo assim, arrancados a ferros.
Este é, apenas, um dos vários exemplos, pois se falarmos de inventores, de cientistas, de artistas, de criadores e trabalhadores, seja qual for a área de actividade humana em que se insiram, os exemplos são muitos e esclarecedores.

Se provámos ser capazes do Euro 2004, exijamos que nos deixem ser capazes do "Portugal 2004".

publicado por DespenteadaMental às 00:05
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2 comentários:
De DespenteadaMental a 6 de Julho de 2004 às 00:27
Meu amigo Ricardo, eu não comparei futebol com política, ou seja, a base de referência não foi o que obtivemos dentro dos "campos gramados", mas, sim, o que conseguimos fora deles.
Falo, sobretudo, da onda de união que se criou entre todos os portugueses, da motivação que lhes foi incutida e dos resultados concretos disso. Foi óptimo verificar que, bem motivados e, sobretudo, considerados, somos capazes de responder "Presente!". Agora, só falta haver quem saiba aproveitar esta "onda" e dirigi-la para outras "praias", que as há... e muitas!...
Abraço e obrigada, pela visita e pelas palavras.
De Ricardo a 5 de Julho de 2004 às 23:34
Não misture futebol com política! Embora os políticos o façam, tentando obter votos nas vitórias, os paralelos não são aceitáveis.
Caso o que fazemos nos campos gramados fosse "transferível" para o social, o Brasil era o país mais desenvolvido do mundo.
Demonstrações de competência e capacidade organizativa são sempre dignas de aplauso e, como disse, servem de exemplo para outras atividades.

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