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Quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2005
Que liberdade de decisão é esta?...
Mother and child_Gustav Klimt_Art com.jpg

“A mãe de Emanuel Silva, uma criança com oito anos conhecida como "menino azul" devido às patologias cardíacas e hepáticas de que sofre, recebeu uma carta da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos (onde existe uma unidade hospitalar associada), propondo auxiliar o menino e a própria Helena Silva.”

O que tem feito quem tem a obrigação de ajudar e orientar a mãe do Emanuel?
Que acompanhamento tem dado à situação?
Onde estão os autoproclamados defensores da vida? Ou a defesa desta termina após o nascimento?
Que humanidade possui quem deixa esta mãe num beco sem saída?
Que apoio será dado ao Emanuel se, após a intervenção, ele ficar com pior qualidade de vida?
Quem confortará a mãe, se algo correr mal e ela vier a culpabilizar-se?



(imagem: “Mother and child” – Gustav Klimt – www.art.com)

publicado por DespenteadaMental às 21:33
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14 comentários:
De DespenteadaMental a 18 de Fevereiro de 2005 às 22:38
Moriana,
Temos a mesma opnião e, por isso, sentimos o mesmo furor, perante a hipocrisia ou a estreiteza de vistas. Por isso, também, a compreensão e solidariedade com esta mãe, que se sente sozinha na tomada de uma decisão tão importante.
Beijo.
De moriana a 18 de Fevereiro de 2005 às 11:07
Por isso quando se proclama o direito à vida, sem preocupação pelas condições em que essa vida pode decorrer, eu sinto um furor enorme. A vida tem de ser digna senão não vale a pena ser vivida...
beijos.
De DespenteadaMental a 17 de Fevereiro de 2005 às 23:02
Jorge Morais, Concordo consigo, quanto à qualidade de investigação dos Estados Unidos, mas a verdade é que, implicitamente, na carta admite-se que algo possa correr de forma diferente do previsto e, certamente, desejado. É injusto deixar esta mãe sózinha, perante esta tomada de decisão.
Quanto ao Klimt, 'já somos vários', como diria o mentecapto PSL ;)

De DespenteadaMental a 17 de Fevereiro de 2005 às 22:58
Armando Ésse, Claro que o Estado Português é que deve assumir, perante a mãe e a criança, o apoio necessário e, perante o hospital universitário americano, a condução do processo, para que, pelo menos, o poder de conversação seja mais equilibrado. Mas isso consome recursos e, pelos vistos, há preferência em reservá-los para outras 'prioridades'. Há sempre um amigo precisando de ajuda...
De DespenteadaMental a 17 de Fevereiro de 2005 às 22:52
JRD, À vontade, meu Amigo. Eles merecem muito mais! Nós é que não merecemos ter de dizer tais coisas.
Abraço.
De DespenteadaMental a 17 de Fevereiro de 2005 às 22:50
'Pilantra', Pois é! Depois, quando o 'mexilhão' perde a paciência e lhes retraça as mãos, aqui d'el rei, que o povo é bruto. Andam mesmo a pedir umas 'brutidades'. Ai, andam, andam!...

De DespenteadaMental a 17 de Fevereiro de 2005 às 22:45
'123de4', é exactamente isso o que eu acho - serem os nossos serviços de saúde, e de forma alargada, a apoiar a criança e a mãe, garantindo acompanhamento antes, durante e depois, qualquer que seja a decisão a tomar.
De DespenteadaMental a 17 de Fevereiro de 2005 às 22:41
'casepagam', o que dá vontade é de pegar na questão e esfregar lá o nariz de Paulos e Pedros, que tanto enchem a boca e nos enchem os ouvidos com a defesa da Vida, como se esta se esgotasse no acto do nascimento. Hipócritas!
De Jorge Morais a 17 de Fevereiro de 2005 às 17:43
De Armando a 17 de Fevereiro de 2005 às 16:25
A verdade é que o nosso sistema de saúde abandonou pura e simplesmente a mãe e o "menino azul". Após oito anos e francamente espero que não seja por estarmos em campanha eleitoral, parece que lhe vão custear as despesas mensais dos medicamentos.É muitíssimo pouco mas melhor que nada.A ser verdade que essa Universidade americana pode fazer tratamentos eficazes na criança, deveria ser o Estado Português a tomar a iniciativa de enviar a criança e mãe para fazer o tratamento.

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