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Domingo, 13 de Fevereiro de 2005
Quem gere o que sabe...
Major-General Woof_Massy_Art com.jpg

... e sabe pouco costuma recorrer à gestão do que não deve.

Talvez a culpa não seja, apenas, de quem assim age, mas, sim e sobretudo, de quem acha que dirigir pessoas, seja em que área for, não requer mais do que o saber específico inerente à especialidade. E, às vezes, nem isso. Então, promove a lugares de direcção quem nunca deveria ir além de dirigido e, quem sabe?, sob vigilância constante.

É esta a razão por que, depois, temos os Martim Cabral, que por aí pululam, a subdirigir o medo, talvez porque lhes falte capacidade para subdirigir seja o que for.


Rosna forte o cão domesticado.
Nostalgia da primária natureza?
Ou cobardia, ante a trela e a baixeza
que, agora, o faz rosnar sob mandado?



(imagem: “Major-General Woof” – Massy – www.art.com)

publicado por DespenteadaMental às 20:16
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8 comentários:
De DespenteadaMental a 14 de Fevereiro de 2005 às 23:59
Vítor José,
Concordo consigo. Ao longo deste tempo mais recente, foram sendo criadas condições que conduziram a esta situação - perda de segurança e, por consequência, o abandono de direitos. Assim, qualquer capataz tem o trabalho facilitado. Por alguma razão o 'exército de desempregados' foi sempre tão do agrado dos empregadores e seus cães de fila.
De DespenteadaMental a 14 de Fevereiro de 2005 às 23:47
'Pilantra',
Esta gente é de uma permeabilidade que tudo assimila e assume, a troco de um lugarzinho bem perto da mesa, onde as migalhas são maiores.
De vitor jose a 14 de Fevereiro de 2005 às 11:09
O seu "post" apanhou a jeito algumas ideias que lhe deixo.

Há um ambiente fértil para a intriga, a intriga tornou-se um sistema em Portugal, encontrando no meio profissional o clima ideal para se tornar endémica. Em Portugal não se confronta, tende-se a encobrir os conflitos, as consciências não gritam, adaptam-se ao registo da hipocrisia, dilui-se o sentimento de pertença, acompanhado pelo aumento da competição e vai-se impondo o carreirismo o que faz da instituição um meio para fins pessoais e das pessoas envolvidas objectos. Diariamente factores de dimensão minúscula no todo da sociedade vão corroendo sem que surjam avaliações desse impacto o que tem estimulado de forma constante a desvalorização dos mesmos.
“Quando se forma uma concreção de poder que combina velhas estruturas hierárquicas com a relação paranóica democrática, Abre-se espaço para o exercício do poder de pequenos déspotas sempre prontos a aplicar sistemas panópticos que constróem a imagem de si. Eles são muito desejados e permanentes.”

Vitor Candido José

De Pilantra a 13 de Fevereiro de 2005 às 23:25
Tanto que se lutou no séc.XX por melhores condições de trabalho e de vida, tanto que se lutou e esperou pelo 25 de Abril e agora é isto! Qualquer um que é boateiro, corrupto, devasso, prepotente é aproveitado para capataz! Temos que nos ver livres destes mastins desaçaimados!
De DespenteadaMental a 13 de Fevereiro de 2005 às 23:06
Armando Ésse,
Eles andam sempre por perto, aguardando uma altura propícia. A nossa atenção é fundamental.
Abraço.
De Armando a 13 de Fevereiro de 2005 às 22:27
Tempos conturbados vivemos neste início do século XXI. A prepotência voltou com o máximo da força.
De DespenteadaMental a 13 de Fevereiro de 2005 às 22:24
JRD,
Há uns tempos, este tipo de atitude tinha um nome - chantagem. Hoje, pela nova 'nomenclatura', deve ser considerado um "acto de gestão vigorosa". Pena que só lhes dê o vigor frente a quem não lhes pode retribuir. São uns "heróis"!!!
Abraço.
De JRD a 13 de Fevereiro de 2005 às 22:08
As Sicanices da Sic e de todas as outras "sic" que por aí pululam não me surprendem e há sempre um capataz-cão,sem pedigree, para morder as canelas de quem se atreve a esboçar um mínimo de resistência que seja.

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