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Terça-feira, 15 de Março de 2005
Sem fim
First steps_Vincent Van Gogh_art com.jpg

Eram fundas e firmes as certezas,
quando o mundo era só o que eu sabia.
Até que um dia,
corri noutro sentido,
fui além do mundo conhecido
e vi um horizonte de perguntas,
distantes,
mas eram, todas elas, mais instantes
do que as certezas que tinha, todas juntas.



(imagem: “First steps” - Vincent Van Gogh - art.com)

publicado por DespenteadaMental às 21:31
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10 comentários:
De DespenteadaMental a 18 de Março de 2005 às 23:43
Moriana, Certeza é chegar. Dúvida é partir. E nós precisamos de andar ;)
Beijo.
De moriana a 18 de Março de 2005 às 11:33
temos tão poucas certezas e tantas dúvidas...
beijos, :))
De DespenteadaMental a 17 de Março de 2005 às 00:25
sotavento,
... crescimento que nunca mais pára, até que não haja mais 'pontos' para marcarmos.
Abraço.

De DespenteadaMental a 17 de Março de 2005 às 00:23
colibri,
Ai... não me profetize tal responsabilidade. Só de pensar nisso, já sinto a liberdade de pensamento a inibir-se.
Abraço.
De sotavento a 16 de Março de 2005 às 16:58
E aí, nesse ponto, começa o crescimento!... :)
De colibri a 16 de Março de 2005 às 10:36
Essa diferença entre o que parece que se pensa e o que de facto se passa a quem lê é que faz muitas vezes de um poeta um profeta.

:)
De DespenteadaMental a 15 de Março de 2005 às 23:24
JRD,
Mais um leitor que me ultrapassa!...
Ou serão as minhas palavras escritas maiores do que as pensadas?...
Serei apenas um arauto que fica aquém do que anuncia?...
Grande dúvida! ;)
Abraço.
De DespenteadaMental a 15 de Março de 2005 às 23:18
Armando Ésse,
Quando escrevi o poema, fui mais 'pequenina' - limitei-me a considerar o nosso percurso pessoal de dúvidas e descobertas.
A sua leitura deu-lhe uma outra dimensão - a do nosso percurso colectivo, pelo Mar fora.
É caso para dizer que o leitor ultrapassou a escrevinhadora.
Obrigada, pela nova visão.
Abraço.
De JRD a 15 de Março de 2005 às 23:18
Este poema é como uma pincelada metafórica saída da pintura impressionista do grande Vincent.
Nem era necessária a imagem, está lá tudo sugerido.
Lindo
Abraço
De Armando a 15 de Março de 2005 às 22:42
O quadro de Van Gogh faz-me obrigatoriamente pensar que estou errado, mas este poema faz lembrar o espírito, com que os portugueses se lançaram à Descoberta do Mundo.
Faz-me pensar!
Talvez um pouco estúpido, mas faz-me pensar.
Um abraço.

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