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Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2005
Sinais
Slave Market_Jean-Leon Gerome_Artcyclopedia.jpg

Soube, hoje, enquanto bebia um café, que, aqui, perto de mim, as “praças de jorna” recomeçam a fazer parte do circuito de acesso ao trabalho.
Por enquanto, para africanos e imigrantes de Leste.

Tanto quanto me disseram, as tais “praças” destinam-se a angariar mão-de-obra para trabalhar ao fim-de-semana.
É a precaridade total, no vínculo e na durabilidade.

Quanto ao respeito pela dignidade dos que, por razões várias, se sujeitam a este “mercado”, dá para fazer uma ideia.



(imagem: “Slave Market - Jean-Léon Gérôme - www.wetcanvas.com)

publicado por DespenteadaMental às 21:54
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14 comentários:
De DespenteadaMental a 2 de Fevereiro de 2005 às 18:07
'tounalua', este "caminho" é aonde leva, se não for interditado. O problema é saber como interditá-lo, sem condenar, ainda mais, as vítimas destes abutres.
De tounalua a 2 de Fevereiro de 2005 às 07:37
Tive agora um grande arrepio e não foi de frio, não! Vamos até à indignidade absoluta?
De DespenteadaMental a 2 de Fevereiro de 2005 às 01:13
JRD, estava, no "Abnegado", a deixar um comentário a seguir ao seu, quando recebi mail-aviso que de viera visitar/comentar o meu 'blog'. Não pude deixar de sorrir com a simultaneidade.
Quanto à triste situação que este 'post' refere, concordo consigo - estamos a um passo da eliminação, isto é, do regresso à animalidade.
Abraço.
De JRD a 2 de Fevereiro de 2005 às 00:58
(Só cheguei agora aqui e já vi que perdi muito)
É o vale tudo: da exploração à exclusão e da exclusão à ...eliminação.Penso que não vamos ter que esperar muito.

De DespenteadaMental a 2 de Fevereiro de 2005 às 00:12
Vítor José, estamos de acordo - não é fácil assumir a atitude que a indignação nos suscita.
Agradeço a sugestão de leitura. Irei procurar o livro. Obrigada.
De DespenteadaMental a 2 de Fevereiro de 2005 às 00:07
'casepagam', é a reposição em cena de actos que eram muito "representados" no Alentejo, até bem perto dos anos 70. Quanto a Macau, desconheço se a comemoração do 1º de Maio algum dia lá foi feita, pelo que não sei se se trata de manutenção ou regressão de direitos. Também não sei se a comparação dos salários pode ser feita, directamente, isto é, sem ter conta o custo de vida local. O que sabe sobre estas duas questões sobre as quais nada conheço?
De DespenteadaMental a 1 de Fevereiro de 2005 às 23:59
Alexandre, se calhar, a maior parte destas pessoas foi admitida quando a Expo98 precisava de muitos braços e, depois, mantida, quando o Euro2004 também deles precisava. Agora, que está a mais, foi largada à sua "sorte".
Entretanto, obrigada pela visita. Passo pelo seu 'blog' todos os dias... sempre em "silêncio"... ;)
De vitor jos a 1 de Fevereiro de 2005 às 23:37
O seu dilema é que punindo o prevaricador, provavelmente pune também a vitima. Nesta dilema ético, faço minhas as palavras que se encontram no comentário anterior, é uma questão de humanidade já conquistada pela nossa civilização. Resolvido no plano ético apenas acresce juntar uma pequena peça da realidade para a sua reflexão. A capacidade operacional destes angariadores é aumentada em cada “carregamento”, esse aumento de poder conduz em regra a criação de sistemas de defesa que se tornam mais difíceis de furar pela policia o que favorece a continuação desses actos. O poder adquirido por estes grupos através do capital arrecado nestas operações torna-os objectivamente mais perigosos.


PS : Se tiver oportunidade leia “O inimigo sem rosto” de Maria José Morgado. Não pela abordagem destas formas de escravatura mas pela capacidade de crescimento destes grupos e do seu impacto social.


De DespenteadaMental a 1 de Fevereiro de 2005 às 23:31
Luís Sequeira, "mudam-se os tempos", mas, contrariando o Poeta, em alguns, não muda a vontade.
De casepagam a 1 de Fevereiro de 2005 às 15:51
Chama-se a isto a ''escravatura moderna''!...
Passei o 1º. de Maio de 2004 em Macau. Foi um dia de trabalho normal. O comércio esteve aberto até às 10h. da noite!...- Os salários... esses... 1/3 do nosso salário mínimo...
Viva a Globalização!

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