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Quarta-feira, 26 de Outubro de 2005
Eu não sou gordo...

Gato Manel_2.jpg

... apenas sou maior e mais robusto do que alguns cães que conheço.
Não tenho culpa. É de família. Já a minha avó, a Pinóia, era uma gatona enorme.
Pareço-me com ela, no tamanho. Já no “look” temos gostos diferentes. Ela preferiu um “vison” todo branco. Eu não prescindi de um capote cinzento, listado e pintalgado de preto.
No mau-feitio, também me pareço com ela, mas só quando não conheço as pessoas e elas teimam em fazer-me festas ou tencionam pegar-me ao colo. Claro que não passam da intenção...
Por vezes, também me acontece não passar da intenção. É quando tento passear pelas prateleiras das estantes e jogar futebol com umas coisitas que estão por lá. Adoro vê-las voar, sem asas, e poisar, sem trem de aterragem. Nem sempre consigo concretizar este meu gosto, porque há aqui quem não ache graça e venha logo com um argumento de peso, embora líquido. É! Está sempre armada com um pulverizador cheio de água. Odeio aquilo!!!...

E quando vou à clínica veterinária?... É dia de “fiesta”! Apesar de ser gato, assim que lá chego, transformo-me em touro e, então, é ver os médicos e o pessoal auxiliar armados de cobertores para me “abafarem”. É cada “chicuelina”!... mas, atenção, o mérito é meu, porque os obrigo àquelas artes todas. Por fim, rendo-me ao cansaço e deixo-os brilhar. Dão-me o anestesiante e lá fico a dormir, enquanto eles fazem o que querem de mim. Mas chego a deixar lá algumas unhas. Não que me esqueça delas, mas porque ficam espetadas nos cobertores, aquelas coisas horrorosas com que me entaipam.
Com este meu comportamento taurino, livrei-me da maçada das vacinas anuais. Enervo-me tanto que receiam que eu tenha alguma apoplexia. Ah... mas acompanho sempre as minhas parceiras –
Nina e Jôse – quando vão ser vacinadas.
Só que não me deixam sair da caixa transportadora. Não percebo porquê...



(imagem: Gato Manel, dispondo-se a um exercício)

publicado por DespenteadaMental às 23:08
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